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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EMPREENDEDOR CORPORATIVO


NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Uma das questões que envolvem o ato de empreender está relacionada à identificação, análise e implementação de um negócio, tendo como foco a inovação e a criação de valor aos proprietários, clientes e sociedade.
Para isso, planejamento, metas, estratégia, execução, indicadores e resultados são conceitos que alimentam a mente do empreendedor. Mas conhecimento apenas não basta!
É preciso ter atitudes e habilidades capazes de colocá-lo em prática.
Empreendedores exploram as oportunidades, correm riscos calculados, planejam, estabelecem metas, monitoram seus resultados, são determinados, organizados, dinâmicos e apaixonados pelo que fazem. Ou seja, empreendedores fazem a diferença!
Ora, mas será que só donos de negócios podem fazer a diferença? Será que dentro de suas próprias empresas não existem pessoas muito parecidas?

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

VENDEDORES DE SONHOS


“Somos professores? Muito mais! Somos educadores? Mais ainda! Somos vendedores de sonhos!” A afirmação de Augusto Cury é um convite para a reflexão sobre atitude do profissional da educação e sobre os caminhos escolhidos para a prática pedagógica na atualidade.
Nosso sistema escolar tem predominância ao domínio de questões analíticas. Os alunos passam anos numa relação de quase passividade com o aprendizado e evoluem em um sistema em que os pontos de referência são previamente estabelecidos.
Será que a vida pode ser previamente definida como são os livros didáticos?
Vivemos a era do conhecimento e da valorização do capital intelectual. Não há mais espaço para a simples transferência do conteúdo cognitivo convencional. É preciso uma nova dimensão de valores, princípios, métodos e atitudes na educação. É preciso vender sonhos!
Não bastam novas diretrizes curriculares, novas premissas ou novas competências. Promover um programa nacional de educação empreendedora que abarque todos os níveis escolares é o caminho para preparar os jovens a desempenhar diferentes papéis e para que se sintam protagonistas de suas próprias vidas.
Não podemos mais aceitar a transmissão de conhecimentos estanques, separados e isolados. O saber não é um estoque de conhecimento estático. Ele deve contribuir para a formação de pessoas mais autônomas, mais criativas e capazes de liderar a partir de seu potencial empreendedor.
Empreendedorismo que não se aplica somente a prática dos negócios, mas a todas as esferas das atividades humanas desenvolvendo aptidões que permitam definir contextos, estratégias e realizar escolhas que transformem sonhos em realidade.
Para que a escola atinja o objetivo de formar empreendedores é necessário que busque uma nova metodologia de ensino. O professor empreendedor é aquele que, mesmo acostumado às posturas tradicionais, abandona sua posição como fonte de todo conhecimento e insere em seu planejamento a possibilidade de educar lidando com os imprevistos e adversidades da construção coletiva do saber.  Além disso, cria novas oportunidades, atua com perseverança e aceita correr riscos estabelecendo metas objetivas para si e para seus educandos com confiança e independência.
Ao professor empreendedor cabe exercer o papel de "intraempreendedor" e comprometer-se com os ideais de um novo modelo de desenvolvimento de pessoas que pressupõe novos programas, ainda mais tempo de dedicação e a disponibilidade em ser mais do que professor ou educador, mas também uma espécie de mentor.
O exercício da pedagogia empreendedora requer de alunos e professores os mesmos requisitos multifacetados do aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.
Trata-se de um relacionamento dialético, em rede, onde todos têm a mesma autonomia e poder para influenciar seu próprio futuro e o de sua comunidade.
Não basta educar as pessoas para serem donas de negócios, mas sim para serem donas de si.

Desejo a todos os educadores brasileiros um Dia dos Professores repleto de boas notícias...
Cuidar das sementes hoje garantirá os melhores frutos no amanhã!


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
14 de outubro de 2010


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

INTRA-EMPREENDEDORES

Muito tem se falado em intra-empreendedorismo e nas possibilidades de desenvolvimento das empresas a partir do comportamento de seus próprios colaboradores.
Entretanto, tolos são aqueles que acreditam apenas em boas intenções.
Para que essa nova realidade vire fato, é preciso repensar estruturas e processos.
Muda-se o discurso, mas as regras do jogo ainda são as mesmas: empresas altamente concentradas no peso da hierarquia, nas relações de poder, nas regras e procedimentos, na politicagem, na burocracia e no excesso de controle.
Juntos ou separados, tais elementos podam a liberdade, ousadia, criatividade e, principalmente, a capacidade de contribuição individual e em equipe das pessoas.
Além disso, ajudam a criar uma cultura equivocada de que tudo deve ser controlado, nivelando por baixo todo o potencial das pessoas que constroem a organização.
Se uma empresa ainda vive a departamentalização de seus processos ou disputas que beirem o confronto pessoal, não há espaço para uma organização empreendedora.  Qualquer proposta de melhoria que não seja das posições do topo da pirâmide será de difícil aceite.
O fato é que pouca coisa mudará se não houver participação e iniciativa de toda a empresa. Egoísmo e diferenças precisam ser superados em busca do bem comum e da solução de problemas pertinentes a toda a empresa.
Pensar assim não é utopia, é objetividade. Transformações autênticas se dão horizontalmente, com a mobilização e envolvimento de todos.
Boas idéias podem nascer em qualquer esfera da estrutura organizacional, do estagiário ao diretor-presidente.
Cultivá-las é papel fundamental de cada um de nós!
A maioria das pessoas ainda tem a tendência de esperar, e apenas esperar, que alguma mudança em suas vidas venha de fora, venha de cima, numa espécie de arrebatamento extraterrestre.
Colaboradores empreendedores vêem sua motivação surgir na medida em que suas iniciativas sejam recompensadas com mais responsabilidade, liberdade e reconhecimento.  Não envolve só uma questão de aumento salarial.
Oferecer benefícios coerentes ao intra-empreendedor requer entender as particularidades da motivação de cada um e de suas causas de vínculo aquela empresa ou organização.
Se você quer tirar sua empresa do mundo das boas intenções, abandone o medo e divida o poder com sua equipe. Ofereça liberdade e veja como as pessoas reagem a ela. Os empreendedores farão bom uso desse momento.
Caberá a você reduzir a burocracia e dar-lhes o apoio e os recursos necessários para que os projetos saiam do papel e se tornem realidade. Esse é o caminho para capitalizar resultados positivos e promover uma nova cultura na empresa: empreendedores só podem ser liderados por empreendedores.
Chega de sonhos extraterrestres!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
23 de setembro de 2010


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