No Brasil, cresce a cada dia o número de empresas compostas por apenas uma pessoa. E não se trata de subemprego ou de quebra-galho; falo de profissionais devidamente habilitados, inegavelmente talentosos e preparados para competir no mercado de trabalho. A maioria, inclusive, reconhecida pela formalidade, com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e carteira de clientes incrementada e respeitada.
Ser sozinho não significa desprestígio, nem tão pouco insucesso. Ser proprietário de uma empresa e o esteio de sua área operacional, numa plataforma interessante que lhe faz chefe e funcionário ao mesmo tempo, é um privilégio para poucos e bons. E isso também não tem nada a ver com falta de comprometimento e horário, pois é necessário ter disciplina, honrar com reuniões e projetos, para que o negócio dê certo, seja funcional e lucrativo.

